segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Nova Associação de Estudantes
Os interessados deverão formar uma lista e entregar os respectivos nomes na secretaria até dia 4 de Outubro 2008.
Inscrevam-se e façam valer a vossa aptidão para o dinamismo!
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Professores no Campeonato do Mundo de Medalhistas 08 - Montreal - Canada

Os Professores Hugo Romano e Carla Pinto, par 467, receberam o orgulhoso convite da APPDSI (Associação Portuguesa de Professores de Dança de Salão Internacional) para representam Portugal no próximo mês de Setembro, em Montreal no Canadá no prestigiadíssimo CAMPEONATO do MUNDO de MEDALHISTAS.
Este convite vem premiar o excelente trabalho e os fabulosos resultados obtidos durante toda a carreira com dançarinos, mas especialmente os conquistados no ano de 2007.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008

A A.E está a organizar um jogo de paintball para o convivio das orquestras do conservatório dia 19 de Julho. Os interessados em participar deverão enviar o seu nome e contacto para o email da a.e, ou então contactar algum dos membros da A.E. Participem!!!
ae.cvs13@gmail.com
Publicado por: Cristiana Coelho
terça-feira, 10 de junho de 2008
A música e o desenvolvimento cognitivo da criança

Schlaug, da Escola de Medicina de Harvard (EUA), e Gaser, da Universidade de Jena (Alemanha), revelaram que, ao comparar cérebros de músicos e não músicos, os do primeiro grupo apresentavam maior quantidade de massa cinzenta, particularmente nas regiões responsáveis pela audição, visão e controle motor (apud SHARON, 2000). Segundo esses autores, tocar um instrumento exige muito da audição e da motricidade fina das pessoas. O que estes autores perceberam, e vem ao encontro de muitos outros estudos e experimentos, é que a prática musical faz com que o cérebro funcione “em rede”: o indivíduo, ao ler determinado sinal na partitura, necessita passar essa informação (visual) ao cérebro; este, por sua vez, transmitirá à mão o movimento necessário (tato); ao final disso, o ouvido acusará se o movimento feito foi o correto (audição). Além disso, os instrumentistas apresentam muito mais coordenação na mão não dominante do que pessoas comuns. Segundo Gaser, o efeito do treinamento musical no cérebro é semelhante ao da prática de um esporte nos músculos. Será por isso que Platão já afirmava, há tantos séculos, que a música é a ginástica da alma?
Outros estudos apontam também que, mesmo se o contato com a música for feito por apreciação, isto é, não tocando um instrumento, mas simplesmente ouvindo com atenção e propriedade (percebendo as nuances, entendendo a forma da composição), os estímulos cerebrais também são bastante intensos.
Ao mesmo tempo que a música possibilita essa diversidade de estímulos, ela, por seu caráter relaxante, pode estimular a absorção de informações, isto é, a aprendizagem. Losavov, cientista búlgaro, desenvolveu uma pesquisa na qual observou grupos de crianças em situação de aprendizagem, e a um deles foi oferecida música clássica, em andamento lento, enquanto estavam tendo aulas. O resultado foi uma grande diferença, favorável ao grupo que ouviu música. A explicação do pesquisador é que ouvindo música clássica, lenta, a pessoa passa do nível alfa (alerta) para o nível beta (relaxados, mas atentos); baixando a ciclagem cerebral, aumentam as atividades dos neurônios e as sinapses tornam-se mais rápidas, facilitando a concentração e a aprendizagem (apud OSTRANDER e SCHOEDER, 1978).
Outra linha de estudos aponta a proximidade entre a música e o raciocínio lógico-matemático. Segundo Schaw, Irvine e Rauscher (apud CAVALCANTE, 2004) pesquisadores da Universidade de Wisconsin, alunos que receberam aulas de música apresentavam resultados de 15 a 41% superiores em testes de proporções e frações do que os de outras crianças. Em outra investigação, Schaw verificou que alunos de 2a. série que faziam aulas de piano duas vezes por semana, apresentaram desempenho superior em matemática aos alunos de 4 ª série que não estudavam música.
Enfim, o que se pode concluir a esse respeito é que efetivamente a prática de música, seja pelo aprendizado de um instrumento, seja pela apreciação ativa, potencializa a aprendizagem cognitiva, particularmente no campo do raciocínio lógico, da memória, do espaço e do raciocínio abstrato.
Publicado por: Cristiana Coelho
domingo, 18 de maio de 2008

Liberdade
Sérgio Godinho
Composição: Sérgio Godinho
Esperar tantos anos torna tudo mais urgente e a sede de uma espera só se estanca na torrente e a sede de uma espera só se estanca na torrente
Vivemos tantos anos a falar pela calada
Só se pode querer tudo quando não se teve nada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só há liberdade a sério quando houver
A paz, o pão habitação saúde, educação
Só há liberdade a sério quando houver
Liberdade de mudar e decidir quando pertencer ao povo o que o povo produzir quando pertencer ao povo o que o povo produzir
quarta-feira, 7 de maio de 2008
A certeza da influência que a música exerce no comportamento e ideais dos homens não é recente. Aristóteles tinha plena convicção de que a música suscitava fortes emoções e que permitia a liberação das tensões. Na Grécia Antiga, o seu povo tocava cítara para acompanhar as refeições a fim de ajudar no processo digestivo. Confúcio foi um dos grandes defensores da música criteriosa. Ele tinha plena certeza de que a música exercia uma influência marcante na vida de um povo
A música é a forma que o homem tem para expressar seus pensamentos, sentimentos e emoções.
domingo, 20 de abril de 2008
Toques do caramulo
Sem duvida um concerto memorável, repleto de boa disposição e muito dinâmico. Como o grupo propio diz: " Concerto que funde a sonoridade rude da tradição com as cores das novas músicas, num espectáculo de energia musical e interacção com o público. Recriações dinâmicas, livres e muito festivas do repertório esquecido da Serra do Caramulo."Quem faltou, bem pode ficar com uma pontinha de inveja, pois perdeu uma boa oportunidade de se divertir e passar uma excelente noite.
Cristiana Coelho
quinta-feira, 17 de abril de 2008
sábado, 5 de abril de 2008
Orquestra de Sopros
Quero agradecer a todos os elementos da Orquestra de Sopros do CVS a contribuição que deram para que o Concerto de Páscoa tivesse momentos mt bons.A obra "Cry of the Falcon" está mt bem escrita mas a Orquestra tb a conseguiu tocar daquela maneira especial.
Fiz questão de registar aqui este meu agradecimento para que, tão depressa, vocês não se esquecessem daquele momento (Concerto de Páscoa 2008). A Orquestra, mt lentamente, já começa a fazer Música e isso deve-se sobretudo a três factores: à evolução musical de cada um de vocês, à concentração nos Concertos e, o mais importante, ao trabalho desenvolvido nos ensaios que, como sabem, para ele ser feito é preciso que vocês lá estejam. O Escritor Hermann Hesse dizia que "O Meio é mais importante que o Fim." Não devemos esperar Concertos bons se os Ensaios forem fraquinhos.
A Orquestra, como se viu no Concerto de Páscoa, tem potencial. Só precisamos de o usar de forma inteligente!
Parabéns a Todos!
Viva a Orquestra de Sopros do CVS!
Tiago Abrantes
terça-feira, 1 de abril de 2008
berdadeiroscvs.gigafoto.com.br/

Este é um fotoblog criado pela A.E que retrata situações cómicas. Porque a vida não é só seriedade, esperamos que se divirtam e nos enviem fotos divertidas.
(No entanto, se alguem se sentir lesado por ter uma foto sua publicada basta contactar-nos que a foto será retirada imediatamente)
Cristiana Coelho
segunda-feira, 24 de março de 2008
Origem da flauta

domingo, 23 de março de 2008
Subjectividade

onde outros, com outros olhos, não vêem escolhos nenhuns.
Quem diz escolhos diz flores.
De tudo o mesmo se diz.
Onde uns vêem luto e dores,
uns outros descobrem cores do mais formoso matiz.
Nas ruas ou nas estradas
onde passa tanta gente,
uns vêem pedras pisadas,
mas outros gnomos e fadas
num halo resplandescente.
Inútil seguir vizinhos,
que ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos.
Onde Sancho vê moinhos
D. Quixote vê gigantes.
Vê moinhos? São moinhos.
Vê gigantes? São gigantes.
António Gedeão
Se fosse vivo, António Gedeão, pseudónimo do poeta Rómulo de Carvalho, completaria este ano 102 anos de vida.
Ana Luísa Fernandes
sábado, 22 de março de 2008
dAnÇaS dE sAlÃo
A turma de danças de Salão fez a sua primeira atuação no Concerto de Páscoa do CVS do passado dia 16 de Março. Com apenas 6 aulas e com algum nervosismo, mas, mesmo assim foi possivel demonstrar alguns dos paços aprendidos e o entusiasmo desta turma pelas aulas. É claro que ainda "pés de chumbo" mas com muita vontade de evoluir.Queria aproveitar para agradecer aos professores pela disponibilidade, animação e paciência que teêm comnosco nas aulas.
Não queria terminar sem demonstrar a minha tristeza por não sermos reconhecidos, enquanto parte integrante do Conservatório, pois para além de outros motivos, não nos incluiram no album de fotos do concerto de Páscoa publicado no site da ACML.
Cristiana Coelho
A cultura da Violência nao escolhe classes
Sílvia Carla Conceição
Psicologa escolar, especialista do Centro de Educação Integrada da instituição social a Cidade dos Meninos, em São Paulo, no Brasil, Sílvia Carla Conceição participou no primeiro grande Congresso Internacional sobre Estudos da Criança, realizado recentemente na Universidade do Minho. Com vasta experiencia no estudo da violência na infância, foi uma das caras da campanha “Palmada já era!”, promovida no Brasil para sensibilizar cidadãos e politicos para os direitos dos mais pequenos.
Em Portugal, ainda existe a ideia de que uma boa palmada educa. É correcto pensar assim?
Não. Isso pressupõe a ideia de uma relação de poder, a criança não é vista como sujeito ou pessoa, mas sim como objecto. Dentro das nossas crenças, a palmada ainda é recurso para educar, ou seja, algo de lícito. Só que, de palmadinhas em palmadinhas, vai aumentando a força e a intensidade. Qualquer prática que atinja o corpo do outro e provoque dor física é violência.
A palmada não é justificável em nenhum caso?
Não. Se a mãe usar a punição corporal pelo facto de a criança ter feito alguma coisa errada, terá de utilizar sempre o mesmo recurso. Se, depois de bater varias vezes, ela tentar conversar, a criança já não ouvirá. Ela vai esperar a palmada, por isso é entendido como resolução do problema. A palmada é uma extinção de comportamento. Quando a gente bate, a criança pára, de facto. Mas isso não tem qualquer significado educativo.
A criança que apanha é violenta para com outras crianças?
A partir do momento que a criança percebe que um conflito se resolve através da violência física, ela vai reproduzir isso com outras crianças. Se ela aprendeu na relação parental que bater resolve, usara o mesmo procedimento. Nunca tentará conversar.
A violência é mais comum em determinadas classes sociais?
Rico bate, pobre bate. A cultura da violência é um fenómeno democrático, não escolhe classes. O que os estudos mostram é que a criança mais nova, mais frágil, apanha mais. Você dá um chuto num cão, não dá num leão. Se bater num adolescente, pode levar.
Porque é que só um pequeno grupo de países proíbe todo o tipo de castigos corporais nas crianças?
A infância já não é uma grande preocupação dos governos. AO longo da história da Humanidade a criança foi olhada sempre de uma forma pessimista: dá trabalho, é pestinha, etc. No Brasil, está na gaveta desde 2003 um projecto de lei que visa proibir qualquer tipo de violência sobre a criança como método educativo.
E é irónico que ao mesmo tempo se reduza o estatuto de maioridade para 16 anos com o argumento de combater a violência. Daqui a nada, vão querer prender as nossas crianças aos 2 anos.
A crença popular é aliada ao sistema?
As crenças enraizadas legitimam o castigo corporal. As pessoas pensam assim: se você apanhava do seu pai e é alguém na vida, qual é o mal? “agora vai doer, mas um dia você vai valorizar essa dor”, percebe? Mas se olharmos para a criança como pessoa, não batemos. Se você entornar o sumo de laranja na mesa, vou bater em você? Claro que não. Mas fazer isso na criança é normal? Quantas vezes resolvemos conflitos sem bater? Porque não fazemos o mesmo com as crianças?
Como se resolvem, então, os conflitos?
Conversar é uma solução, mas não há uma receita igual para todas as crianças. As crianças podem sugerir-nos alternativas para lidarmos com elas nas situações tensas, mas isso não vale para todas as idades. Em qualquer caso, a violência é uma forma inadequada de educação. A prática do castigo corporal, do bater, foi abolida na escola, mas os pais ainda têm o direito de bater. E porquê? Porque se entende que os pais têm direito de vida e de morte sobre os filhos, persiste a ideia do “eu faço com os meus filhos o que eu quiser”. É um comportamento prejudicial ao desenvolvimento das crianças.
Revista Visão 21 de Fevereiro de 2oo8
Artigo gentilmente cedido pelo professor Tiago Abrantes
sábado, 1 de março de 2008
Sarau de Soldariedade
Solidariedade


Ficamos gratos pela sua reconsideração no que toca à presidencia da ACML, pela dedicação e pelo espírito empreendedor. Parabéns a esta Direcção que vai recomeçar mais uma época de dinamismo e muito trabalho, numa Instituição que tudo tem para dar ainda mais muitos e bons frutos com o esforço daqueles que acreditam.
Cristiana Coelho
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Joly Braga Santos

Após a Segunda Guerra Mundial foi concedida a Joly Braga Santos a primeira das três bolsas de estudo de que beneficiou para aperfeiçoamento no estrangeiro, tendo nessa altura estudado pela primeira vez direcção de orquestra em Veneza, durante a Bienale, com Herman Scherchen.
Mais tarde, voltou a percorrer a Itália, a Suiça e a Alemanha, tendo concluído estudos de direcção de orquestra novamente com Scherchen, e com Antonino Votto, em Gravesano, Siena e Milão, de composição com Virgílio Mortari, em Roma, e de Ciências Musicais, também em Roma, com Gioachino Pasqualini.
Joly Braga Santos é um dos mais talentosos compositores que surgiram em meados da década de 40 e o maior da sua geração. A vocação para a música levou-o a frequentar o Conservatório de Lisboa, onde teve como professor Luís de Freitas Branco. Mais tarde, já como aluno particular, continua a receber lições do mesmo mestre.
Aliás, as suas primeiras produções revelam o forte ascendente de Luís de Freitas Branco, nomeadamente no culto de ideais neo-clássicos, do modalismo e ainda na procura de construir obras que " não desdenhando as conquistas do século XX, falassem ao homem comum com simplicidade e clareza" (palavras do próprio Braga Santos).
Mas compositores como William Walton e Vaughan Williams (que ao tempo começavam a ser conhecidos entre nós, sobretudo através de gravações) exerceram também influência no futuro autor da 4ª Sinfonia. Porém, o seu talento criador e a sua personalidade não deixaram de se afirmar. Braga Santos cedo mostrou forte pendor para uma linguagem acessível, de efeito seguro junto de grandes auditórios, embora - acrescente-se - sem atraiçoar uma linha de seriedade.
As sua linguagem musical é assente numa arquitectura musical forte, o drama, com frases melódicas longas e uma inspiração espontânea para o progresso estrutural. Alcança uma congruência formal cuidada.
Nos seus trabalhos iniciais, o compositor apresentou uma inclinação modal causada pela ânsia de constituir uma relação entre a música contemporânea e a idade dourada da música Portuguesa: o renascimento. Salienta-se também um esboço melódico das canções populares as mais velhas do país. Embora não estivesse principalmente empenhado no folclore Português, estudando e compondo no sossego do país, o Alentejo - aceitou a influência do folclore local muito velho.
De facto, a espontaneidade da sua música tinha de conquistar o público, mas o perfeito domínio do metier que possuiu desde muito jovem, uma excelente orientação básica colhida nas lições e na convivência com Luís de Freitas Branco, não lhe permitiam, evidentemente, cair na banalidade, correr ao encontro do agrado fácil.
Com a maturidade e também devido a largas permanências no estrangeiro, onde contactou com técnicas mais evoluídas, o estilo de Joly Braga Santos foi-se renovando. O vocabulário harmónico tornou-se mais rico, com maior emprego da dissonância e do cromatismo e o cromatismo e o elemento tímbrico passou a assumir uma dimensão não apenas colorística mas também estrutural. Contudo, o compositor não abandonou completamente algumas características que o distinguiram logo: tendência para as grandes formas, para a monumentalidade e uma verdadeira frescura inventiva.
A despeito de incursões valiosas no teatro lírico, de algumas obras de câmara, peças para canto e piano e outras para coro "a-cappella", a produção de Joly Braga Santos é, essencialmente orquestral.
Marcos históricos
♪ Os três Esboços Symphonic (1962) foram distinguidos por Donemus em 1963, e pelo 5o Symphony, “pelo DES Compositeurs Tribune Internationale” (UNESCO) em 1966.
♪ Em 2004, a gravação do Symphony No. 4 pelo polo de Naxos/Marco, executada pelo Orchestra nacional do Symphony de Ireland e conduzida por Álvaro Cassuto recebeu a concessão Classical de Cannes para a categoria do Premier do CD.
Honras
♪ Em 1977, Joly Braga Santos foi distinguido com a ordem de Santiago de Espada pelo Presidente da República de Portugal.
Alguns trabalhos principais
• 1942 - Violino do Nocturne (em E) e premier do piano 4 ': Lisboa, Soloists
• 1943 - quatro canções em poemas pela voz do Soprano de Fernando Pessoa e pela premier do piano: Lisboa 1946. Premier internacional: Dublin 2004.
• 1943 - Cello do Aria I e premier do piano 4 ': O Porto, Soloists
• 1945 - três Sonnets por Camões - “contagens originais de Carmélia a Âmbar
• 1947 - Symphony No. 1 (em D) - “aos heróis e aos Martyrs da segunda guerra de mundo”.
• 1960 - Divertimento I “a Virgilio Mortari” 2.2.2.2 2.2 Tp. Perc. 2, cordas, 24 ' premiers: Nápoles 1961, della R.A.I. de Scarlatti do Orchestra, conduziu pelas gravações do autor: Strauss 870017/PS, polo 1989 de Marco 8.225271, 2004.
• 1984 - Aria um Trio para primeiro Clarinete, viola e piano: Lisboa 1984, Goethe Institut.
Cristiana Coelho


